Não se culpe caso a expectativa surja com uma simples demonstração de afeto. Não se culpe de só em conversar duas horinhas com ele antes de dormir, já pense em dormir com ele fazendo cafuné. Não se culpe em se cativar demais por ele. Não se culpe de imaginar que ele é a pessoa certa para o seu momento. Principalmente, não se culpe pelo o jeitinho compreensivo, simpático, carinhoso e romântico dele, são apenas os “abre alas” desse Carnaval chamado namoro, o famoso cartão de visita:
- Venha! Entre, segure meu coração e não deixe cair.
Uma pequena parte da sua mente alerta sobre isso:
- Hei moço! Calma, ele é amorzinho, mas se passaram apenas 3 semanas de intensas conversas, conheça os vários defeitos dele.
Mas para quê conhecer os defeitos onde não há defeitos? Ele é perfeito! Ele é Bolsominion, mas não importa, a gente lida com isso e então duraremos muito tempo juntos, e fomos cegos por curtos 2 meses e 29 dias. A mente volta a martelar:
- Eu avisei! Como se sente enfim?
Duas palavras resumem: felicidade e aprendizado. Não pelo fato de ter “voltado a enxergar”, mas sim por acreditar de que não perdi a pessoa certa da minha vida, apenas uma paixonite. Ser impulsivo não é significado de carência, ou algo que deve ser criticado, é algo fofo, é raridade, é conseguir e se empenhar a planejar um futuro nesse mundo cheio de “tanto faz”, “pode ser”, “vdc”. Contudo, a naturalidade reina, deixe fluir, dure o tempo que for antes do primeiro “eu te amo”, a reciprocidade irá morar entre os dois, dessa vez, enxergando tudo.
Escrito por: Jefferson Alves




